Palácio das Academias

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O Palácio das Academias foi inicialmente construído, entre 1823 e 1825, por ordem do príncipe de Orange. Este aí residiu até à independência da Bélgica, em 1830. O arquiteto Charles Vander Straeten foi encarregado da sua construção, inspirada nas teorias do francês Jean-Nicolas-Louis Durand, que defendia a utilização de um estilo neoclássico muito refinado. De facto, a simetria rigorosa, o relevo pouco denunciado das articulações, o ritmo regular e a tricromia sábia dos materiais todos concorrem para fazer do edifício um belo exemplo desta corrente purista. Após um período de penhora judicial de doze anos, o edifício tornou-se propriedade do Estado, que escolheu oferecê-lo, em 1853, ao futuro rei Léopold II. Nunca aí morou. O edifício é transformado em 1862, para albergar o Museu de Arte Contemporânea. Finalmente, contou com a instalação da Academia Real das Ciências, Letras e Belas Artes e da Academia Real de Medicina, em 1876. O palácio foi decorado e mobilado sob tutela de Tilman-François Suys, entre 1825 e 1828.

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